{"id":2820,"date":"2025-07-14T15:31:14","date_gmt":"2025-07-14T15:31:14","guid":{"rendered":"https:\/\/portal135.com.br\/?p=2820"},"modified":"2025-07-14T15:31:14","modified_gmt":"2025-07-14T15:31:14","slug":"dom-salvador-a-lenda-brasileira-do-samba-funk-lanca-o-novo-album-dom-salvador-jid024-em-colaboracao-com-adrian-younge-ali-shaheed-muhammad","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portal135.com.br\/?p=2820","title":{"rendered":"Dom Salvador, a lenda brasileira do samba-funk, lan\u00e7a o novo \u00e1lbum \u201cDOM SALVADOR JID024\u201d em colabora\u00e7\u00e3o com Adrian Younge &amp; Ali Shaheed Muhammad"},"content":{"rendered":"<p><b>Ou\u00e7a o \u00e1lbum <\/b><a href=\"https:\/\/lnk.to\/jid024\"><b>aqui<\/b><\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Jazz Is Dead continua sua jornada de homenagear lendas musicais com <\/span><b><i>Dom Salvador JID024<\/i><\/b><span style=\"font-weight: 400\">, um \u00e1lbum que revisita e revitaliza o esp\u00edrito pioneiro de um dos m\u00fasicos mais influentes do Brasil. <\/span><b>Dom Salvador<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, o precursor que fundiu samba com jazz, funk e soul no final dos anos 60 e in\u00edcio dos 70, \u00e9 a base de um movimento que moldou o som da m\u00fasica negra brasileira. Agora, em colabora\u00e7\u00e3o com Adrian Younge e Ali Shaheed Muhammad, ele retorna a essa ess\u00eancia de uma forma completamente nova.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A influ\u00eancia de Dom Salvador na m\u00fasica brasileira \u00e9 imensur\u00e1vel. Como o idealizador do inovador \u00e1lbum <\/span><b><i>Som, Sangue e Ra\u00e7a<\/i><\/b><span style=\"font-weight: 400\"> (1971) e l\u00edder do grupo pioneiro <\/span><b>Aboli\u00e7\u00e3o<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, ele criou um espa\u00e7o para a consci\u00eancia negra na cena musical do Brasil, fundindo jazz e funk americanos com ritmos afro-brasileiros. Seu trabalho preparou o terreno para o surgimento de bandas como Black Rio, ampliando ainda mais a conex\u00e3o entre os sons do Brasil negro e a experi\u00eancia negra americana.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Com <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">JID024<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, Younge e Muhammad criaram uma cole\u00e7\u00e3o de composi\u00e7\u00f5es que d\u00e3o continuidade \u00e0s conversas sonoras e culturais iniciadas por Dom Salvador d\u00e9cadas atr\u00e1s. Este projeto funciona tanto como uma homenagem quanto como um di\u00e1logo \u2014 uma extens\u00e3o do som pioneiro dele, canalizado atrav\u00e9s da perspectiva da produ\u00e7\u00e3o anal\u00f3gica moderna.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Honrando o passado, moldando o futuro: Adrian Younge descreve o \u00e1lbum como um esfor\u00e7o consciente para se reconectar com o esp\u00edrito das obras pioneiras de Salvador. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">\u201cQuer\u00edamos voltar \u00e0queles discos que tanto am\u00e1vamos,\u201d<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> explica Younge. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">\u201cAqueles que mesclavam jazz, funk e samba de uma forma que refletia o movimento de consci\u00eancia negra no Brasil.\u201d<\/span><\/i><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">De muitas maneiras, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">JID024 <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">\u00e9 mais um convite do que uma simples colabora\u00e7\u00e3o \u2014 um convite feito a Salvador para participar de um projeto inspirado em seu legado.<\/span><i><span style=\"font-weight: 400\"> \u201cEscrevemos este \u00e1lbum na esperan\u00e7a de que ele quisesse grav\u00e1-lo conosco,\u201d<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> admite Younge. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">\u201cE ele disse sim. Isso \u00e9 parte do que torna tudo t\u00e3o m\u00e1gico. Algu\u00e9m da sua idade e import\u00e2ncia escolher fazer parte disso diz muito.\u201d<\/span><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-6700\" src=\"https:\/\/publisher.mcomglobal.com\/7\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/JID-024-front-insert-Copy.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"600\" \/><\/p>\n<p><b>Unindo os sons do Brasil negro e da Am\u00e9rica negra:<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> Um dos temas principais de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">JID024 <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">\u00e9 a conex\u00e3o hist\u00f3rica e musical entre o Brasil negro e a Am\u00e9rica negra. Younge destaca como o trabalho inicial de Salvador ajudou a moldar esse di\u00e1logo transcontinental. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">\u201cDom Salvador foi um dos primeiros a come\u00e7ar a misturar samba com jazz e funk de uma forma que ressoava com o movimento pelos direitos civis nos EUA,\u201d <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">explica ele. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">\u201cDesde a forma como os m\u00fasicos se vestiam at\u00e9 a maneira como tocavam, havia uma sinergia ineg\u00e1vel.\u201d <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">Este \u00e1lbum, portanto, \u00e9 uma continua\u00e7\u00e3o dessa conversa. \u00c9 uma celebra\u00e7\u00e3o do impacto de Salvador, uma reafirma\u00e7\u00e3o do esp\u00edrito revolucion\u00e1rio presente na m\u00fasica e uma demonstra\u00e7\u00e3o de como essas ideias ainda podem ser ampliadas hoje.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Com um som atemporal reimaginado, cada faixa de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">JID024 <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">representa uma faceta diferente da trajet\u00f3ria de Salvador, desde os grooves profundos do samba-funk at\u00e9 composi\u00e7\u00f5es mais reflexivas e com influ\u00eancia do jazz. Embora Salvador permane\u00e7a uma figura humilde, sua presen\u00e7a neste \u00e1lbum \u00e9 um testemunho de seu legado duradouro. Como Younge diz, \u201c<\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Trata-se de estabelecer a base, de contar uma hist\u00f3ria que lembra \u00e0s pessoas o qu\u00e3o importante Dom Salvador \u00e9.\u201d<\/span><\/i><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Refletindo sobre a experi\u00eancia, Dom Salvador compartilhou:<\/span><i><span style=\"font-weight: 400\"> \u201cFoi uma experi\u00eancia maravilhosa, capturar um momento espont\u00e2neo. Entrar no est\u00fadio sem saber o que ia acontecer, criar tudo ali mesmo no momento, e fazer tudo em anal\u00f3gico, sem edi\u00e7\u00f5es, foi incrivelmente estimulante.\u201d<\/span><\/i><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Com <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">JID024<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, o Jazz Is Dead n\u00e3o apenas celebra uma lenda \u2014 ele contribui ativamente para a evolu\u00e7\u00e3o do som que ele ajudou a criar. Este \u00e1lbum \u00e9 mais do que uma grava\u00e7\u00e3o; \u00e9 uma ponte entre o passado e o presente, uma reafirma\u00e7\u00e3o do poder da m\u00fasica negra atrav\u00e9s dos continentes e um momento de reconhecimento para um homem cuja influ\u00eancia continua a reverberar ao longo do tempo.<\/span><\/p>\n<p><b>Sobre Dom Salvador:\u00a0<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Dom Salvador, o discreto padrinho da m\u00fasica soul brasileira, deixou uma marca indel\u00e9vel por meio de sua fus\u00e3o \u00fanica de jazz, soul, funk, samba e ritmos brasileiros. Nascido Salvador da Silva Filho em Rio Claro, S\u00e3o Paulo, ele iniciou sua carreira na cena do samba-jazz, se apresentando no famoso Beco das Garrafas, no Rio, onde tamb\u00e9m despontaram lendas como S\u00e9rgio Mendes. Como figura fundamental na m\u00fasica brasileira, Salvador fundou o grupo Aboli\u00e7\u00e3o, cujo \u00e1lbum de 1971 <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Som, Sangue e Ra\u00e7a<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> quebrou paradigmas ao mesclar tradi\u00e7\u00f5es musicais brasileiras e afro-americanas. Orientando alguns dos melhores m\u00fasicos afro-brasileiros do pa\u00eds, Aboli\u00e7\u00e3o se tornou uma plataforma de lan\u00e7amento para futuras estrelas, muitas das quais passaram a tocar com Tim Maia e formar a lend\u00e1ria Banda Black Rio.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Nos anos 60, Salvador ajudou a moldar as carreiras de artistas ic\u00f4nicos como Elis Regina e Jorge Ben, al\u00e9m de lan\u00e7ar alguns dos \u00e1lbuns mais aclamados do samba-jazz com o Copa Trio, Rio 65 Trio e Salvador Trio. Seu \u00e1lbum solo hom\u00f4nimo de 1969, produzido por Helcio Milito do Tamba Trio, marcou sua integra\u00e7\u00e3o inicial do pop e soul em seu som, contando com futuros \u00edcones como Ivan \u201cMam\u00e3o\u201d Conti (Azymuth) e Cassiano.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Ap\u00f3s seu sucesso no Brasil, Salvador mudou-se para Nova York, buscando proximidade com seus \u00eddolos do jazz. L\u00e1, gravou um \u00e1lbum solo pela Muse Records em 1976 e colaborou com luminares do jazz como Herbie Mann, Dom Um Rom\u00e3o, Lloyd McNeil e Charlie Rouse. Como l\u00edder da banda de Harry Belafonte, Salvador chegou a se apresentar para a Rainha Elizabeth. Em 1977, iniciou uma hist\u00f3rica resid\u00eancia de mais de 40 anos no River Caf\u00e9, no Brooklyn, consolidando seu lugar na cena jazz\u00edstica de Nova York. Sua influ\u00eancia foi celebrada em 2015, quando se apresentou no Carnegie Hall com seu trio, comemorando 50 anos de samba-jazz.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Nos \u00faltimos anos, o legado de Salvador tem sido reintroduzido a novas audi\u00eancias. Em junho de 2022, ele levou seu sexteto a Los Angeles para sua maior apresenta\u00e7\u00e3o na Costa Oeste, que incluiu uma exibi\u00e7\u00e3o especial de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Dom Salvador &amp; Aboli\u00e7\u00e3o<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, um document\u00e1rio que retrata sua vida e m\u00fasica, dirigido pelo cineasta Artur Ratton. Seu legado continua com <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Jazz Is Dead 024 &#8211; Dom Salvador<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, produzido por Adrian Younge. Refletindo sobre a experi\u00eancia, Salvador compartilhou: \u201cQuando Adrian me convidou para fazer o \u00e1lbum, eu n\u00e3o sabia exatamente o que esperar, e acabou sendo uma experi\u00eancia criativa totalmente imersiva. Tudo foi composto, arranjado e gravado em apenas dois dias no est\u00fadio.\u201d Previsto para lan\u00e7amento em maio de 2025, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Jazz Is Dead 024<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> homenageia o som pioneiro de Salvador, dando continuidade ao vibrante di\u00e1logo entre a m\u00fasica brasileira e americana e convidando os ouvintes a experimentar seu estilo rico e inovador.<\/span><\/p>\n<p><b>Sobre a ForMusic:<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Fundada no ano de 2016 por Nando Machado e Daniel Dystyler, a ForMusic \u00e9 uma ag\u00eancia de marketing e promo\u00e7\u00e3o focada em projetos de m\u00fasica que conecta marcas, empresas, artistas e gravadoras de todo o mundo que querem ver o seu p\u00fablico crescer dentro do Brasil. Desde o in\u00edcio, ganhou destaque por trabalhar com as principais gravadoras e selos independentes do mercado, e hoje, representa artistas de nomes como Beggars Group, Domino Records, [PIAS], Nettwerk, Big Loud, entre muitas outras.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><b>ForMusic nas redes:<\/b><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.formusic.com.br\/pt\/homepage\/\"><b>Website<\/b><\/a> <b>|<\/b> <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/formusicBR\/\"><b>Facebook<\/b><\/a> <b>|<\/b> <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/formusicbr\/\"><b>Instagram<\/b><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ou\u00e7a o \u00e1lbum aqui Jazz Is Dead continua sua jornada de homenagear lendas musicais com Dom Salvador JID024, um \u00e1lbum que revisita e revitaliza o esp\u00edrito pioneiro de um dos m\u00fasicos mais influentes do Brasil. Dom Salvador, o precursor que fundiu samba com jazz, funk e soul no final dos anos 60 e in\u00edcio dos 70, \u00e9 a base de um movimento que moldou o som da m\u00fasica negra brasileira. Agora, em colabora\u00e7\u00e3o com Adrian Younge e Ali Shaheed Muhammad, ele retorna a essa ess\u00eancia de uma forma completamente nova. A influ\u00eancia de Dom Salvador na m\u00fasica brasileira \u00e9 imensur\u00e1vel. Como o idealizador do inovador \u00e1lbum Som, Sangue e Ra\u00e7a (1971) e l\u00edder do grupo pioneiro Aboli\u00e7\u00e3o, ele criou um espa\u00e7o para a consci\u00eancia negra na cena musical do Brasil, fundindo jazz e funk americanos com ritmos afro-brasileiros. Seu trabalho preparou o terreno para o surgimento de bandas como Black Rio, ampliando ainda mais a conex\u00e3o entre os sons do Brasil negro e a experi\u00eancia negra americana. Com JID024, Younge e Muhammad criaram uma cole\u00e7\u00e3o de composi\u00e7\u00f5es que d\u00e3o continuidade \u00e0s conversas sonoras e culturais iniciadas por Dom Salvador d\u00e9cadas atr\u00e1s. Este projeto funciona tanto como uma homenagem quanto como um di\u00e1logo \u2014 uma extens\u00e3o do som pioneiro dele, canalizado atrav\u00e9s da perspectiva da produ\u00e7\u00e3o anal\u00f3gica moderna. Honrando o passado, moldando o futuro: Adrian Younge descreve o \u00e1lbum como um esfor\u00e7o consciente para se reconectar com o esp\u00edrito das obras pioneiras de Salvador. \u201cQuer\u00edamos voltar \u00e0queles discos que tanto am\u00e1vamos,\u201d explica Younge. \u201cAqueles que mesclavam jazz, funk e samba de uma forma que refletia o movimento de consci\u00eancia negra no Brasil.\u201d De muitas maneiras, JID024 \u00e9 mais um convite do que uma simples colabora\u00e7\u00e3o \u2014 um convite feito a Salvador para participar de um projeto inspirado em seu legado. \u201cEscrevemos este \u00e1lbum na esperan\u00e7a de que ele quisesse grav\u00e1-lo conosco,\u201d admite Younge. \u201cE ele disse sim. Isso \u00e9 parte do que torna tudo t\u00e3o m\u00e1gico. Algu\u00e9m da sua idade e import\u00e2ncia escolher fazer parte disso diz muito.\u201d Unindo os sons do Brasil negro e da Am\u00e9rica negra: Um dos temas principais de JID024 \u00e9 a conex\u00e3o hist\u00f3rica e musical entre o Brasil negro e a Am\u00e9rica negra. Younge destaca como o trabalho inicial de Salvador ajudou a moldar esse di\u00e1logo transcontinental. \u201cDom Salvador foi um dos primeiros a come\u00e7ar a misturar samba com jazz e funk de uma forma que ressoava com o movimento pelos direitos civis nos EUA,\u201d explica ele. \u201cDesde a forma como os m\u00fasicos se vestiam at\u00e9 a maneira como tocavam, havia uma sinergia ineg\u00e1vel.\u201d Este \u00e1lbum, portanto, \u00e9 uma continua\u00e7\u00e3o dessa conversa. \u00c9 uma celebra\u00e7\u00e3o do impacto de Salvador, uma reafirma\u00e7\u00e3o do esp\u00edrito revolucion\u00e1rio presente na m\u00fasica e uma demonstra\u00e7\u00e3o de como essas ideias ainda podem ser ampliadas hoje. Com um som atemporal reimaginado, cada faixa de JID024 representa uma faceta diferente da trajet\u00f3ria de Salvador, desde os grooves profundos do samba-funk at\u00e9 composi\u00e7\u00f5es mais reflexivas e com influ\u00eancia do jazz. Embora Salvador permane\u00e7a uma figura humilde, sua presen\u00e7a neste \u00e1lbum \u00e9 um testemunho de seu legado duradouro. Como Younge diz, \u201cTrata-se de estabelecer a base, de contar uma hist\u00f3ria que lembra \u00e0s pessoas o qu\u00e3o importante Dom Salvador \u00e9.\u201d Refletindo sobre a experi\u00eancia, Dom Salvador compartilhou: \u201cFoi uma experi\u00eancia maravilhosa, capturar um momento espont\u00e2neo. Entrar no est\u00fadio sem saber o que ia acontecer, criar tudo ali mesmo no momento, e fazer tudo em anal\u00f3gico, sem edi\u00e7\u00f5es, foi incrivelmente estimulante.\u201d Com JID024, o Jazz Is Dead n\u00e3o apenas celebra uma lenda \u2014 ele contribui ativamente para a evolu\u00e7\u00e3o do som que ele ajudou a criar. Este \u00e1lbum \u00e9 mais do que uma grava\u00e7\u00e3o; \u00e9 uma ponte entre o passado e o presente, uma reafirma\u00e7\u00e3o do poder da m\u00fasica negra atrav\u00e9s dos continentes e um momento de reconhecimento para um homem cuja influ\u00eancia continua a reverberar ao longo do tempo. Sobre Dom Salvador:\u00a0 Dom Salvador, o discreto padrinho da m\u00fasica soul brasileira, deixou uma marca indel\u00e9vel por meio de sua fus\u00e3o \u00fanica de jazz, soul, funk, samba e ritmos brasileiros. Nascido Salvador da Silva Filho em Rio Claro, S\u00e3o Paulo, ele iniciou sua carreira na cena do samba-jazz, se apresentando no famoso Beco das Garrafas, no Rio, onde tamb\u00e9m despontaram lendas como S\u00e9rgio Mendes. Como figura fundamental na m\u00fasica brasileira, Salvador fundou o grupo Aboli\u00e7\u00e3o, cujo \u00e1lbum de 1971 Som, Sangue e Ra\u00e7a quebrou paradigmas ao mesclar tradi\u00e7\u00f5es musicais brasileiras e afro-americanas. Orientando alguns dos melhores m\u00fasicos afro-brasileiros do pa\u00eds, Aboli\u00e7\u00e3o se tornou uma plataforma de lan\u00e7amento para futuras estrelas, muitas das quais passaram a tocar com Tim Maia e formar a lend\u00e1ria Banda Black Rio. Nos anos 60, Salvador ajudou a moldar as carreiras de artistas ic\u00f4nicos como Elis Regina e Jorge Ben, al\u00e9m de lan\u00e7ar alguns dos \u00e1lbuns mais aclamados do samba-jazz com o Copa Trio, Rio 65 Trio e Salvador Trio. Seu \u00e1lbum solo hom\u00f4nimo de 1969, produzido por Helcio Milito do Tamba Trio, marcou sua integra\u00e7\u00e3o inicial do pop e soul em seu som, contando com futuros \u00edcones como Ivan \u201cMam\u00e3o\u201d Conti (Azymuth) e Cassiano. Ap\u00f3s seu sucesso no Brasil, Salvador mudou-se para Nova York, buscando proximidade com seus \u00eddolos do jazz. L\u00e1, gravou um \u00e1lbum solo pela Muse Records em 1976 e colaborou com luminares do jazz como Herbie Mann, Dom Um Rom\u00e3o, Lloyd McNeil e Charlie Rouse. Como l\u00edder da banda de Harry Belafonte, Salvador chegou a se apresentar para a Rainha Elizabeth. Em 1977, iniciou uma hist\u00f3rica resid\u00eancia de mais de 40 anos no River Caf\u00e9, no Brooklyn, consolidando seu lugar na cena jazz\u00edstica de Nova York. Sua influ\u00eancia foi celebrada em 2015, quando se apresentou no Carnegie Hall com seu trio, comemorando 50 anos de samba-jazz. Nos \u00faltimos anos, o legado de Salvador tem sido reintroduzido a novas audi\u00eancias. Em junho de 2022, ele levou seu sexteto a Los Angeles para sua maior apresenta\u00e7\u00e3o na Costa Oeste, que incluiu uma exibi\u00e7\u00e3o especial de Dom Salvador &amp; Aboli\u00e7\u00e3o, um document\u00e1rio que retrata sua vida e m\u00fasica, dirigido pelo cineasta<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":2819,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[58],"tags":[],"class_list":["post-2820","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-musica"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Dom Salvador, a lenda brasileira do samba-funk, lan\u00e7a o novo \u00e1lbum \u201cDOM SALVADOR JID024\u201d em colabora\u00e7\u00e3o com Adrian Younge &amp; Ali Shaheed Muhammad<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/portal135.com.br\/?p=2820\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Dom Salvador, a lenda brasileira do samba-funk, lan\u00e7a o novo \u00e1lbum \u201cDOM SALVADOR JID024\u201d em colabora\u00e7\u00e3o com Adrian Younge &amp; Ali Shaheed Muhammad\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Ou\u00e7a o \u00e1lbum aqui Jazz Is Dead continua sua jornada de homenagear lendas musicais com Dom Salvador JID024, um \u00e1lbum que revisita e revitaliza o esp\u00edrito pioneiro de um dos m\u00fasicos mais influentes do Brasil. Dom Salvador, o precursor que fundiu samba com jazz, funk e soul no final dos anos 60 e in\u00edcio dos 70, \u00e9 a base de um movimento que moldou o som da m\u00fasica negra brasileira. Agora, em colabora\u00e7\u00e3o com Adrian Younge e Ali Shaheed Muhammad, ele retorna a essa ess\u00eancia de uma forma completamente nova. A influ\u00eancia de Dom Salvador na m\u00fasica brasileira \u00e9 imensur\u00e1vel. Como o idealizador do inovador \u00e1lbum Som, Sangue e Ra\u00e7a (1971) e l\u00edder do grupo pioneiro Aboli\u00e7\u00e3o, ele criou um espa\u00e7o para a consci\u00eancia negra na cena musical do Brasil, fundindo jazz e funk americanos com ritmos afro-brasileiros. Seu trabalho preparou o terreno para o surgimento de bandas como Black Rio, ampliando ainda mais a conex\u00e3o entre os sons do Brasil negro e a experi\u00eancia negra americana. Com JID024, Younge e Muhammad criaram uma cole\u00e7\u00e3o de composi\u00e7\u00f5es que d\u00e3o continuidade \u00e0s conversas sonoras e culturais iniciadas por Dom Salvador d\u00e9cadas atr\u00e1s. Este projeto funciona tanto como uma homenagem quanto como um di\u00e1logo \u2014 uma extens\u00e3o do som pioneiro dele, canalizado atrav\u00e9s da perspectiva da produ\u00e7\u00e3o anal\u00f3gica moderna. Honrando o passado, moldando o futuro: Adrian Younge descreve o \u00e1lbum como um esfor\u00e7o consciente para se reconectar com o esp\u00edrito das obras pioneiras de Salvador. \u201cQuer\u00edamos voltar \u00e0queles discos que tanto am\u00e1vamos,\u201d explica Younge. \u201cAqueles que mesclavam jazz, funk e samba de uma forma que refletia o movimento de consci\u00eancia negra no Brasil.\u201d De muitas maneiras, JID024 \u00e9 mais um convite do que uma simples colabora\u00e7\u00e3o \u2014 um convite feito a Salvador para participar de um projeto inspirado em seu legado. \u201cEscrevemos este \u00e1lbum na esperan\u00e7a de que ele quisesse grav\u00e1-lo conosco,\u201d admite Younge. \u201cE ele disse sim. Isso \u00e9 parte do que torna tudo t\u00e3o m\u00e1gico. 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Nos \u00faltimos anos, o legado de Salvador tem sido reintroduzido a novas audi\u00eancias. 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